Excelente professora
"No começo entramos no yoga e com o passar do tempo ele entra na nossa vida e quando isso acontece não sai jamais".
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Gayatry mantra
sábado, 1 de novembro de 2014
sexta-feira, 24 de outubro de 2014
OM TARE TUTARE TURE SOHA
Nos próximos 40 dias imantarei meu Japamala com esse mantra : OM TARE TUTARE TURE SOHA.
O ideal é manter cada Japa imantado com determinado mantra e utilizá-lo como objeto de proteção e cura para si mesmo e para seus queridos!
Foi meu escolhido !
De origem tibetana, ele tem a capacidade de produzir modificações no nosso interior e, consequentemente, em tudo à nossa volta. É útil, também, para alterar situações desagradáveis e modificar os ambientes pesados, quebrando as energias densas e melhorando a fluidez de energia dos locais e das pessoas.
Este mantra é muito forte pois, ao recitarmos suas sílabas, entramos em contato com os 21 aspectos de Tara (harmonia, paz, amor, prosperidade, cura, proteção, etc.). Este ser, que pode ser considerado a manifestação da energia feminina da mente iluminada, da intuição e da criação, nos ajuda a eliminar as interferências internas como medo e ressentimento, trazendo proteção, fé e coragem.
De acordo com o budismo tibetano, o Om Tare Tuttare Ture Svaha pode não só eliminar doenças ou problemas, mas também traz as bênçãos dos Buddhas, vida mais longa e a sabedoria para transcender o círculo da reencarnação. Ele também nos auxilia a transformar velozmente as nossas idéias em ações, facilitando nossas decisões.
Representação Gráfica do Mantra
Como em todos os mantras, cada uma das sílabas tem uma função e um significado. Vamos a eles:
OM se relaciona comos sagrados corpo, fala e mente de Tara.
TARE: É nesse trecho que o sofrimento é liberado.
TUTTARE elimina todos os medos internos e externos, sejam eles vindos de desilusões ou de karmas.
TURE: Esta parte concede todo o sucesso para a liberação da ignorância da natureza do Eu. É ela que mostra a verdadeira cessação do sofrimento.
SOHA significa "possa o significado do mantra enraizar-se em minha mente". Pode ser considerado o "que assim seja".
A prática de Tara Verde ajuda a superar o medo e a ansiedade, mas os devotos acreditam também que pode conceder desejos, eliminar o sofrimento de todos os tipos e trazer felicidade.
Ao ser chamado, Ela instantaneamente nos salva de oito calamidades específicas. (Outra linhagem descreve 16.) O primeiro Dalai Lama lista os 8 e os interpreta como representantes de correspondentes defeitos, falhas ou obscuridades: 1) os leões e orgulho 2) elefantes selvagens e delírios 3) os incêndios florestais e ódio 4) cobras e inveja 5) ladrões e opiniões fanáticas 6) prisões e avareza 7) inundações e luxúria 8) demônios e dúvidas
Relativo à prática de Tara, ela é um ser iluminado no décimo segundo bhumi, ou fase de iluminação, capaz de cumprir todos os desejos dos seres.
Tara é a manifestação da compaixão de todos os Buddhas dos três tempos. Ela também é a deusa que leva a cabo e realiza as atividades iluminadas dos Buddhas.
O ideal é manter cada Japa imantado com determinado mantra e utilizá-lo como objeto de proteção e cura para si mesmo e para seus queridos!
Foi meu escolhido !
De origem tibetana, ele tem a capacidade de produzir modificações no nosso interior e, consequentemente, em tudo à nossa volta. É útil, também, para alterar situações desagradáveis e modificar os ambientes pesados, quebrando as energias densas e melhorando a fluidez de energia dos locais e das pessoas.
Este mantra é muito forte pois, ao recitarmos suas sílabas, entramos em contato com os 21 aspectos de Tara (harmonia, paz, amor, prosperidade, cura, proteção, etc.). Este ser, que pode ser considerado a manifestação da energia feminina da mente iluminada, da intuição e da criação, nos ajuda a eliminar as interferências internas como medo e ressentimento, trazendo proteção, fé e coragem.
De acordo com o budismo tibetano, o Om Tare Tuttare Ture Svaha pode não só eliminar doenças ou problemas, mas também traz as bênçãos dos Buddhas, vida mais longa e a sabedoria para transcender o círculo da reencarnação. Ele também nos auxilia a transformar velozmente as nossas idéias em ações, facilitando nossas decisões.
Representação Gráfica do Mantra
Como em todos os mantras, cada uma das sílabas tem uma função e um significado. Vamos a eles:
OM se relaciona comos sagrados corpo, fala e mente de Tara.
TARE: É nesse trecho que o sofrimento é liberado.
TUTTARE elimina todos os medos internos e externos, sejam eles vindos de desilusões ou de karmas.
TURE: Esta parte concede todo o sucesso para a liberação da ignorância da natureza do Eu. É ela que mostra a verdadeira cessação do sofrimento.
SOHA significa "possa o significado do mantra enraizar-se em minha mente". Pode ser considerado o "que assim seja".
A prática de Tara Verde ajuda a superar o medo e a ansiedade, mas os devotos acreditam também que pode conceder desejos, eliminar o sofrimento de todos os tipos e trazer felicidade.
Ao ser chamado, Ela instantaneamente nos salva de oito calamidades específicas. (Outra linhagem descreve 16.) O primeiro Dalai Lama lista os 8 e os interpreta como representantes de correspondentes defeitos, falhas ou obscuridades: 1) os leões e orgulho 2) elefantes selvagens e delírios 3) os incêndios florestais e ódio 4) cobras e inveja 5) ladrões e opiniões fanáticas 6) prisões e avareza 7) inundações e luxúria 8) demônios e dúvidas
Relativo à prática de Tara, ela é um ser iluminado no décimo segundo bhumi, ou fase de iluminação, capaz de cumprir todos os desejos dos seres.
Tara é a manifestação da compaixão de todos os Buddhas dos três tempos. Ela também é a deusa que leva a cabo e realiza as atividades iluminadas dos Buddhas.
Meditar com JAPAMALA
Meditação usando
Japa Mala

Detalhes:
Uma mala é uma grande ferramenta para ajudar a avançar suas meditações. O uso de uma mala pode ajudar a focar sua meditação enquanto agrega propriedades únicas da mala, para aprimorar o poder de sua meditação.
Anatomia de uma Mala:
Uma mala é um cordão de contas utilizado pelo praticante. Malas são feitas baseadas no princípio do sagrado número 108, então elas sempre terão 108 contas ou um número divisível deste número: 54 ou 27 contas. Elas frequentemente são encordoadas em fio de seda com nós entre cada conta para manter espaço consistente entre cada conta. Elas também tem uma conta Guru com uma borla dependurada nela. A borla é considerada o símbolo da lótus de mil pétalas.
Usando a Mala na Meditaçäo Kundalini Yoga:
A incrível coisa a respeito da meditaçäo com a mala é que ela combina Naad yoga (a recitaçäo de sons sagrados), pontos de compressão, terapia com gemas de rocha e uma prática meditativa profunda.
Para usar uma mala, você segura em uma das mãos. Comece imediatamente após a conta Guru, e recite um mantra enquanto segura cada conta entre o polegar e um dos dedos, movendo de uma conta para a próxima com cada recitaçäo de um mantra. Isto faz a conta passar sobre o ponto meridiano pretendido. Depois que você completou um círculo completo de sua mala, você sentirá a conta Guru. Você pode fazer uma oraçäo especial com a conta Guru e então começar novamente, mesmo mudando de mãos, girando a mala ou apenas continuando através dela.
Os diferentes dedos utilizados na meditação com mala:
Existem pontos de compressão em cada um dos dedos que trabalham em diferentes partes da psique e do cérebro. Quando as contas pressionam os pontos meridianos nos dedos, você pode trabalhar um resultado específico. O ponto meridiano que você está tentando ativar é localizado ao lado de cada dedo, no ponto central entre a ponta do dedo e a junta superior. As propriedades dos pontos meridianos para cada dedo são como segue:
-Dedo Indicador (Dedo Júpiter): Sabedoria. Conhecimento. Prosperidade.
-Dedo Médio (Dedo Saturno): Paciência
-Dedo Anular (Dedo Sol): Saúde. Vitalidade. Força e Sistema Nervoso.
-Dedo Mínimo (Dedo Mercúrio): Comunicação. Inteligência.
Mantras e Malas:
Quando recitando um mantra numa meditação com mala, você recita o mantra inteiro em cada conta (não uma conta por palavra). Você pode também usar afirmações com seu mala, repetindo a afirmação com cada conta. As recitações podem ser silenciosas, como um sussurro, sonoras ou faladas alto.
Tipos de Malas:
Malas são feitas de uma variedade de tipos de contas. Integrando terapia de gemas de rochas na sua meditação, ajuda a desenvolver os resultados.
Existem muitos recursos online com informações sobre as propriedades de cura de diferentes tipos de gemas. Quando for escolher uma mala, é importante escolher rochas que focam nos resultados que você está procurando na sua meditação.
Aqui está um website que tem muita informação:
http://www.beadage.net/gemstones/gemstonesA_F.shtml
A História da Mala:
Malas
são também conhecidas como contas de praticantes. Usando contas como
ferramenta de meditação leva ao passado além da história escrita. Você
também pode vê-las sendo usadas como uma ferramenta em quase todas
práticas espirituais e religiosas. A mais velha forma conhecida de conta
de oração é a Japa Mala usada na prática Hindu.
Na linhagem da Kundalini Yoga, existe uma forte história do uso da mala de ensinamentos tanto da Kundalini quanto da fé Sikh. Guru Nanak, cujas escrituras säo o texto fundacional de todos os Mantras Kundalini, é quase sempre descrito com uma mala em sua mão ou ao redor de seu pescoço. Guru Ram Das, o professor cuja energia curativa é täo frequentemente chamada nas meditações Kundalini, era também conhecido por constantemente cantar com seu mala, e muitas de suas imagens mostram-no com uma mala na mão. Yogi Bhajan carregou uma mala consigo todo o tempo e parecia estar sempre recitando suas meditações ao mesmo tempo que as ensinava, encontrava com pessoas, e fazia todas as atividades diárias em sua vida.
Estilo de Yoga: Kundalini
Detalhes:
Uma mala é uma grande ferramenta para ajudar a avançar suas meditações. O uso de uma mala pode ajudar a focar sua meditação enquanto agrega propriedades únicas da mala, para aprimorar o poder de sua meditação.
Anatomia de uma Mala:
Uma mala é um cordão de contas utilizado pelo praticante. Malas são feitas baseadas no princípio do sagrado número 108, então elas sempre terão 108 contas ou um número divisível deste número: 54 ou 27 contas. Elas frequentemente são encordoadas em fio de seda com nós entre cada conta para manter espaço consistente entre cada conta. Elas também tem uma conta Guru com uma borla dependurada nela. A borla é considerada o símbolo da lótus de mil pétalas.
Usando a Mala na Meditaçäo Kundalini Yoga:
A incrível coisa a respeito da meditaçäo com a mala é que ela combina Naad yoga (a recitaçäo de sons sagrados), pontos de compressão, terapia com gemas de rocha e uma prática meditativa profunda.
Para usar uma mala, você segura em uma das mãos. Comece imediatamente após a conta Guru, e recite um mantra enquanto segura cada conta entre o polegar e um dos dedos, movendo de uma conta para a próxima com cada recitaçäo de um mantra. Isto faz a conta passar sobre o ponto meridiano pretendido. Depois que você completou um círculo completo de sua mala, você sentirá a conta Guru. Você pode fazer uma oraçäo especial com a conta Guru e então começar novamente, mesmo mudando de mãos, girando a mala ou apenas continuando através dela.
Os diferentes dedos utilizados na meditação com mala:
Existem pontos de compressão em cada um dos dedos que trabalham em diferentes partes da psique e do cérebro. Quando as contas pressionam os pontos meridianos nos dedos, você pode trabalhar um resultado específico. O ponto meridiano que você está tentando ativar é localizado ao lado de cada dedo, no ponto central entre a ponta do dedo e a junta superior. As propriedades dos pontos meridianos para cada dedo são como segue:
-Dedo Indicador (Dedo Júpiter): Sabedoria. Conhecimento. Prosperidade.
-Dedo Médio (Dedo Saturno): Paciência
-Dedo Anular (Dedo Sol): Saúde. Vitalidade. Força e Sistema Nervoso.
-Dedo Mínimo (Dedo Mercúrio): Comunicação. Inteligência.
Mantras e Malas:
Quando recitando um mantra numa meditação com mala, você recita o mantra inteiro em cada conta (não uma conta por palavra). Você pode também usar afirmações com seu mala, repetindo a afirmação com cada conta. As recitações podem ser silenciosas, como um sussurro, sonoras ou faladas alto.
Tipos de Malas:
Malas são feitas de uma variedade de tipos de contas. Integrando terapia de gemas de rochas na sua meditação, ajuda a desenvolver os resultados.
Existem muitos recursos online com informações sobre as propriedades de cura de diferentes tipos de gemas. Quando for escolher uma mala, é importante escolher rochas que focam nos resultados que você está procurando na sua meditação.
Aqui está um website que tem muita informação:
http://www.beadage.net/gemstones/gemstonesA_F.shtml
A História da Mala:
Na linhagem da Kundalini Yoga, existe uma forte história do uso da mala de ensinamentos tanto da Kundalini quanto da fé Sikh. Guru Nanak, cujas escrituras säo o texto fundacional de todos os Mantras Kundalini, é quase sempre descrito com uma mala em sua mão ou ao redor de seu pescoço. Guru Ram Das, o professor cuja energia curativa é täo frequentemente chamada nas meditações Kundalini, era também conhecido por constantemente cantar com seu mala, e muitas de suas imagens mostram-no com uma mala na mão. Yogi Bhajan carregou uma mala consigo todo o tempo e parecia estar sempre recitando suas meditações ao mesmo tempo que as ensinava, encontrava com pessoas, e fazia todas as atividades diárias em sua vida.
Escolha seu mantra neste site para meditar!
sábado, 11 de outubro de 2014
Dvipada Pitham
Veja todos os músculos e ossos que essa postura do yoga trabalha.
Inspire ao levantar e expire ao retornar.
Inspire ao levantar e expire ao retornar.
Ásana
Ásana significa posição. No caso do yoga posições psicofísicas. Patanjali ( codificador do yoga) definiu ásanas como sendo posições firmes e agradáveis. E Shiva ( criador do yoga) disse existir tantos ásanas quantos seres vivos sobre a Terra. Observando a natureza é que ele captou os ásanas.
essas posturas devem ser firmes, agradáveis com respiração coordenada e seguida por mentalizações.
Regrinhas básicas para a execução dos ásanas:
1) Respiração: de suma importância; Movimentos para cima, pulmão cheio, inspirando. Movimentos para baixo , expirando, pulmões vazios.
2) Permanência livre; entretanto procurar ir ficando mais tempo nas posturas, coordenando a respiração, serenando a mente.
3) Repetição: não há necessidade de ficar repetindo os ásanas, entretanto há muitas escolas que ensinam a repetição de três vezes .O interessante não é a repetição dos ásanas, e sim a permanência deles.
4) Durante a execução dos ásanas devemos sempre mentalizar saúde e cores positivas sobre o nosso corpo, inclusive que já dominamos a realização deles.
Namastê
sábado, 4 de outubro de 2014
Instrutor de yoga
Como deve se comportar um instrutor de yoga.
Em um primeiro momento diria que ser verdadeiro acima de qualquer coisa. Mostrar exatamente durante as práticas como é o seu comportamento dentro e fora da sala. O que disser gostar, tem que ser a expressão exata dos seus sentimentos. A verdade deve pairar sempre ao seu redor, para que as pessoas se afinem , ou não com ele.Essa troca de energia durante a prática, eu diria ser vital.
Ao mesmo tempo,o bom instrutor nunca deve deixar seus alunos dependentes do seu pensamento ou direção. O bom guru é aquele que sabe mostrar que cada um deve seguir seu caminho com determinação, coragem e disciplina.
A filosofia deve fazer parte da aula, não se pode desvincular o yoga, de maneira que ele fosse simplesmente , uma ginástica, uma atividade, em que cada aluno devesse esforçar-se para ser melhor que o outro.
Yoga é cumplicidade, é responsabilidade dos professores não desvincular a prática , da enormidade filosófica envolvida. Nos momentos de alongamento intenso, faz-se necessário essa parte de conhecimento, de uma maneira sem dogmatismos, mas ao contrário, com a leveza, de quem realmente se apaixonou.
As promessas desmedidas, com mudança de físico, queima total de calorias, etc. , desvirtuam do objetivo central do yoga, que é o auto conhecimento, a mente quieta, a serenidade e o controle sobre os desejos. Tudo isso e muito mais, é obrigação do bom instrutor.
Não concordo com as correntes atuais, como : yoga aerial ( feita com faixas de tecido) e nem tampouco a Bikram ( feita em salas à 40ºC) . Para mim são modismos, viáveis como atividades físicas, mas não como Filosofia.
Por fim, o bom professor deve mostrar ao seu aluno que vivemos em "hatta yoga" , uma eterna dualidade e que constantemente estamos transcendendo de "rajas" ação, para "tamas" imobilidade , experenciando e aprendendo com essa transcendência.
Em um primeiro momento diria que ser verdadeiro acima de qualquer coisa. Mostrar exatamente durante as práticas como é o seu comportamento dentro e fora da sala. O que disser gostar, tem que ser a expressão exata dos seus sentimentos. A verdade deve pairar sempre ao seu redor, para que as pessoas se afinem , ou não com ele.Essa troca de energia durante a prática, eu diria ser vital.
Ao mesmo tempo,o bom instrutor nunca deve deixar seus alunos dependentes do seu pensamento ou direção. O bom guru é aquele que sabe mostrar que cada um deve seguir seu caminho com determinação, coragem e disciplina.
A filosofia deve fazer parte da aula, não se pode desvincular o yoga, de maneira que ele fosse simplesmente , uma ginástica, uma atividade, em que cada aluno devesse esforçar-se para ser melhor que o outro.
Yoga é cumplicidade, é responsabilidade dos professores não desvincular a prática , da enormidade filosófica envolvida. Nos momentos de alongamento intenso, faz-se necessário essa parte de conhecimento, de uma maneira sem dogmatismos, mas ao contrário, com a leveza, de quem realmente se apaixonou.
As promessas desmedidas, com mudança de físico, queima total de calorias, etc. , desvirtuam do objetivo central do yoga, que é o auto conhecimento, a mente quieta, a serenidade e o controle sobre os desejos. Tudo isso e muito mais, é obrigação do bom instrutor.
Não concordo com as correntes atuais, como : yoga aerial ( feita com faixas de tecido) e nem tampouco a Bikram ( feita em salas à 40ºC) . Para mim são modismos, viáveis como atividades físicas, mas não como Filosofia.
Por fim, o bom professor deve mostrar ao seu aluno que vivemos em "hatta yoga" , uma eterna dualidade e que constantemente estamos transcendendo de "rajas" ação, para "tamas" imobilidade , experenciando e aprendendo com essa transcendência.
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